segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com um tipo de silêncio nocivo: o silêncio que tortura o outro, que confunde, o silêncio a fim de manter o poder num relacionamento."
      _Martha Medeiros

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


                                        The earth was shaking in the dark

                                        All creation felt the Fathers broken heart

                                        Tears were filling heavens eyes

                                         The day that true love died...

quinta-feira, 26 de abril de 2012



Me poupe dessas besteiras. Me poupe desses argumentos cansativos, que só me fazem pensar que tu és uma pessoa muito chata, e que inventa um mundo de palavras pra satisfazer o teu próprio ego. Eu sei. Talvez não seja esse teu objetivo. Tu só precisas saber quando é a hora certa de parar de falar. Para que o tempo não seja gasto atoa...


Um dia, com experiência própria ou não, tu aprenderás que 'falar pelos cotovelos' não muda muita coisa no mundo quando ninguém está interessado em ouvir! 


Alguém  já dizia que "até o tolo se faz de sábio quando fica calado". 


Mas não se preocupe! Que todo mundo já falou com as paredes um dia, e tu, com um pouco de sorte, encontrarás alguém que possa ouvir das tuas baboseiras. É que esse alguém não sou eu, sabe? 


Enfim, este é meu desejo de agora: ME POUPE!

Eu não perco tempo escrevendo. Eu ganho minutos a mais de vida.
Eu ganho entendimento sobre mim. Às vezes apenas as palavras são suficientes pra me manterem saudável.

E aí... eu não preciso de maquiagem pra me esconder, muito menos máscaras. Eu só preciso ser quem eu sou,, que é justamente o que as pessoas querem ser e não conseguem.

E é escrevendo que eu me descubro. Porque com o papel e a caneta eu consigo me tornar transparente.
Então consigo abrir os olhos e seguir em frente. E... talvez... esse seja o meu dom.

                                                                                            Lícia Viana

sábado, 7 de maio de 2011

...Diferente de tudo que eu já ousei pensar. Foi sincero! 
No sonho, estávamos nós dois, e conversávamos como se não houvessem preocupações; nada nos impedia de sermos sinceros um com o  outro.
        Foi então que eu sussurrei palavras no teu ouvido,  palavras nunca antes pronunciadas por mim.
Palavras tão nobres!!!
    E ao escutá-las ,  teus olhos procuravam os meus como se a vida dependesse disso, apenas disso.
    Toda uma vida resumiu-se em apenas um olhar.
     Não era algo superficial, não se tratava daquele fogo ardente de que tantos falam que é paixão.
     Foi algo muito mais lindo, o que nem mil palavras podem explicar. Foi um doce sentimento que invadiu-nos.
   E então encostastes a cabeça no meu colo e  abaixei-me até que meu rosto encostasse no teu peito, que batia freneticamente acompanhando com sincronia os meus batimentos cardíacos; e não havia necessidade de mais nada!


                                                 Lícia Viana.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Como és nefasto amor!
É uma loucura essa experiência do amor
Talvez seja o primeiro passo para que nos tornemos loucos;
Grandes mentecaptos nesse mundo de ilusões(...)
Nossas palavras não sabem, nem se preocupam em saber, como expressar esses sintomas estranhos que nos possuem de forma tão estarrecedora; 
Porque os atos valem mais que as palavras.


Então não iremos dançar conforme a música se podemos ser diferentes.
Nós vamos dançar na chuva com nossas melhores roupas, vamos nos arriscar ao máximo, vamos colocar sorrisos nos lábios das crianças e dos "velhos", e também vamos nos tornar como eles.


Vamos! A vida está a nossa espera. O espetáculo já começou, não podemos parar.
Em vão foi colocada aquela placa de PARE.
Vamos pintar as ruas com as cores da nação e vamos entoar o seu hino de exaltação.
Saberemos quando for chegado o fim, e o fim é apenas o começo.


Essa é a hora de corrermos atrás das borboletas, e de colhermos os frutos que a natureza nos oferece.
Atravessaremos a fronteira que tentarem nos impedir de prosseguir.
Faremos o melhor para todos, respiraremos até o último momento, sorriremos e choraremos, e lembraremos com nostalgia de tudo que já se viveu através do amor.


Ah, esse amor! Que vai continuar mesmo depois que formos.
Esse amor que vai eternizar nossas vidas em histórias, e que um dia vai ser compartilhada com as próximas gerações.
É, meu querido, te prepares!
Porque muita coisa nos espera.
                                              Lícia Viana.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Monteiro Lobato-Biografia.

O maior escritor infantil brasileiro de todos os tempos, José Bento Monteiro Lobato, nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP). Cresceu numa fazenda, se formou em direito sem nenhum entusiasmo, já que sempre quis ser pintor! Desenhava bem!  Em 1907 foi para Areias como promotor público, casou com Maria Pureza com quem teve três filhos. Entediado com a vida numa cidade pequena, escreveu prefácios, fez traduções, mudou para a fazenda Buquira, tentou modernizar a lavoura arcaica, criou o polêmico "Jeca Tatu"-um típico caipira acomodado e miserável do interior paulista. Também escreveu histórias voltadas às crianças, onde transmitia valores morais, conhecimentos sobre nosso país,nossas tradições e nossa língua. Considerado um autor pré-modernista é dono de um estilo cuidadoso, não perdendo a oportunidade para criticar alguns hábitos brasileiros. Suas ações foram muito além da literatura, Lobato também envolveu-se em lutas tanto políticas quanto sociais. Morreu em 4 de julho de 1948 dum acidente vascular.